Queria poder sumir agora. Me desligar de tudo o que estou fazendo. Trabalho, faculdade, trabalho.
Queria estar estar formada, casada, com meus filhos sentada no sofá assistindo um filme ao invés de estar aqui tentando fazer meu trabalho da faculdade.
Queria ter dinheiro sem limite. Buscaria meu namorado e o levaria para o aeroporto. Escolheríamos o primeiro voô no schedule e iria para qualquer lugar. Qualquer lugar mesmo. Poderia ser Sacramento, Guadalajara ou até Port Blair, desde que eu esqueça, nem que for por um dia, dessas tarefas que me cansam tanto. Ah, que delícia!
Queria fazer meu irmão a pessoa mais feliz do mundo, mas isso exige muita experiência (coisa que eu não tenho com meus 20 anos, infelizmente). Amo esse menino! Ele é a pessoa que me acalma, que com um sorriso e um abraço me deixa radiante, cheia de vida.
Queria tantas outras coisas .. poderia passar horas e horas escrevendo sobre tudo o que eu queria e quero fazer .. mas deixa isso pra depois, porque agora tenho que terminar este trabalho frustrante da faculdade.
Bisous.
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A mais tolhida das artes, a arquitetura é, antes de mais nada, a construção; mas construção concebida com o propósito primordial de organizar e ordenar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção. E nesse processo fundamental de organizar, ordenar e expressar-se ela se revela igualmente arte plástica, porquanto nos inumeráveis problemas com que se defronta o arquiteto desde a germinação do projeto até a conclusão efetiva da obra, há sempre, para cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites – máximo e mínimo – determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa, cabendo então ao sentimento individual do arquiteto – como artista, portanto – escolher, na escala dos valores contidos entre tais limites extremos, a forma plástica apropriada a cada promenor em função da unidade última da obra idealizada.
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O show mega produzido aconteceu ontem (22/10) na Arena do Ibirapuera e contou com um palco elevado e distorcido nas laterais – animal!
A apresentação é toda como se o rapper estivesse numa viagem no espaço e ele tem que voltar para a Terra. Chega uma hora em que Kanye “luta” contra um monstro de borracha, meio que Jornada nas Estrelas, que foi bizarro – garantiu várias risadas, minhas pelo menos. Após a luta, o rapper conversa com a nave espacial, chamada Jane, e reclama pela falta do sexo oposto, dizendo “I need woman, i need some pussy”, seguido de um “uhuuuuuuuuuuuu” do público masculino. Jane então o retribui com imagens de duas mulheres dançando de maneira insinuante e Kanye toca Gold Digger, outro hit que eu adoro!
Kanye tocou todos seus maiores hits deixando o público bastante satisfeito. Entre eles Touch the sky, que é uma das minhas músicas favoritas. Segue abaixo todas as músicas:
“Stronger Intro”
“Good Mornin’”
“I Wonder”
“Headr em Say”
“Thru The Wire”
“Champion”
“Get em High”
“Diamonds”
“Monster Sequence”
“Can’t Tell me Nothin”
“Flashing Lights”
“Drunk n Hot Girls”
“Spaceship”
“All Falls Down”
“Golddigger”
“Good Life”
“Jesus Walks”
“Hey Mama”
“Don’t Stop Believing”
“Stronger”
“Homecoming”
“Touch The Sky”
Apesar de ter pouca gente, o show foi bastante animado e, mesmo quem ganhou o ingresso com a história do cancelamento do show do Gossip (que seria hoje) gostou.
Mais Fotos aqui: carolmatsumoto
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Etiquetado: arena ibirapuera, kanye west, são paulo, show
When it seems like the world around you’s breaking. And it feels like there’s no one else around you. And it’s quiet. There’s a silence in the darkness. And it sounds like the carnival is over. As you walk in the crowded empty spaces. And you stare at the emptiness around you. You wanna go to the city and the bright lights get away from the sinners that surround you.
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“Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo – nada é insubstituível.”
Será difícil.
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11:13 PM. Ela tenta adormecer.
Seu pensamento vaga pela escuridão do quarto que a envolve por inteiro sem deixá-la respirar. A angústia vem de cima, espremendo o corpo dela.
O corpo.
Sim o corpo. O corpo belo e amável. A pele magra e branca. Tão branca quanto a neve, tão fria quanto o cristal do próprio gelo.
Sua vida, cada momento da sua triste vida, passa diante dos seus olhos, em flashes, porém nos mais minuciosos detalhes.
11:14 PM e o sono não virá.
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Sabe o que é esquecer seu carro no estacionamento no sábado e poder pegá-lo somente na segunda de manhã ? Sua irmã levar o seu celular por engano pra balada e você ter que ficar com o dela que o toque é a música do Créu ? Ir até o Skol Beats e não poder entrar, porque você não achou sua carteirinha de estudante ?
Carajo!
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Você só quer resolver as coisas pra que tudo fique em paz, sem problemas, falsidade, aquele clima um pouco tenso … você tenta fazer tudo certinho, pra que ninguém saia chateado, magoado ou bravo. Mas não dá, um sempre vai sair assim.
E quando eu queria ficar bem e esquecer de toda essa história, tudo se complica. Deveria não ter entrado, deveria ter pulado fora desde o início, porque eu não quero ficar assim. Não queria que desse nisso tudo.
Eu não consigo não pensar em você. Não consigo não te desejar o melhor. Não consigo não querer que você seja feliz. Eu queria fazer parte disso tudo, mas se não for pra ser … fazer o quê? Um sempre vai sair assim.
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Todo sopro que apaga uma chama, reacende o que for pra ficar.
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Etiquetado: chama, sopro
Como o new album do Kings of Leon ainda não chegou, vou me contentar com Sex on Fire.
Lay where you’re laying
Don’t make a sound
I know they’re watching
They’re watching
All the commotion
That kitty loves pain
It has people talking
They’re talking
You
Your sex is on fire
The dark of the alley
The breaking of day
The head while I’m driving
I’m driving
The soft lips are open
Them knuckles are pale
It feels like you’re dying
You’re dying
And you
Your sex is on fire
And so
Were the words to transpire
Hot as a fever
Rattling bones
I could just taste it
Taste it
If it’s not forever
If it’s just tonight
Oh it’s still the greatest
The greatest
The greatest
And you
Your sex is on fire
You
Your sex is on fire
And so
Were the words to transpire
And you
Your sex is on fire
And so
Were the words to transpire 
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